Este agente antimalárico, que se toma uma vez por semana, é altamente eficaz e, para os que já o tomaram anteriormente sem que tenham aparecido efeitos secundários, continua a ser um profiláctico antimalárico muito útil. Os doentes que tenham sentido anteriormente efeitos secundários significativos ou que tenham uma história passada de doenças psiquiátricas ou epilepsia não o devem tomar.
Aproximadamente um em cada 150 novos utilizadores sofrem um efeito secundário significativo que impede o decorrer normal da vida quotidiana,3 enquanto existe uma probabilidade de 1 em 10 000 de surgirem efeitos secundários graves que levem a hospitalização, incapacidade permanente, ou mesmo à morte.