Apesar de a combinação de antigénios numa só formulação acarretar vantagens para o receptor, as necessidades diferentes em intervalos diferentes entre as doses e os refor ços podem torná-las incómodas de utilizar.
Há também alguns receios em torno da interferência entre os antigénios e a estabilidade das misturas residuais. Uma nova abordagem consiste em utilizar uma seringa de duas câmaras, nas quais as vacinas são mantidas separadas até ao momento da injecção.
Os resultados obtidos com a hepatite a e a tifóide sugerem que este método é eficaz. Será interessante verificar se pode desenvolver esta tecnologia para outras combinações.